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E a possibilidade de José Agripino Maia liderar uma frente ampla de oposição ao governo do Rio Grande do Norte em 2026 vem ganhando força — e, convenhamos, faz todo sentido.
Nos últimos meses, nomes começaram a surgir em ambos os lados. Do lado governista, cogita-se a deputada federal Natália Bonavides, o secretário estadual Carlos Eduardo Xavier, o presidente da ALRN, Ezequiel Ferreira, e até Walter Alves — embora alguns já tenham sinalizado distância da disputa.
Já na oposição, surgem nomes como o senador Styvenson Valentim, o ex-prefeito Álvaro Dias e o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra — além de Rogério Marinho.
Mas, em meio a esse vaivém, uma figura ressurge com força, experiência e estratégia: o ex-governador e ex-senador José Agripino Maia, hoje presidente estadual do União Brasil.
Agripino foi o primeiro a defender que o candidato da oposição deveria ser quem estivesse melhor nas pesquisas. Hoje 15/04 o prefeito de Natal Paulinho Freire (UB) aderiu sua linha de pensamento.
A verdade é que, mais do que opinar, José Agripino poderia ser, ele mesmo, o melhor nome para enfrentar o projeto da situação.
E mais: ele é o único nome capaz de unir União Brasil, PSDB, PSD, MDB, Republicanos, PP e PL em torno de um mesmo projeto. E isso não é sonho — é força e prestígio em Brasília.
Com Lula concentrando esforços nas candidaturas ao Senado no estado e deixando sob responsabilidade da governadora Fátima Bezerra a articulação da candidatura ao governo, abre-se espaço para que a oposição, se bem organizada, tenha chance real de vitória.
Agripino seria, portanto, o nome capaz de trazer musculatura à oposição. Um líder com bagagem, articulação e, acima de tudo, capacidade de unir.
A pergunta que fica é: será que ele aceita esse desafio?
@joseagripinomaia



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